Veracidade da Torah - parte 2
- Victor Minerbo
- 20 de out. de 2024
- 11 min de leitura
Durante esses últimos acontecimentos nos EUA com o ex-presidente Trump e os acertos de contas com os sucessores de Amalek, existem os códigos da Torá que estão sendo descobertos por sequência numérica e exatidão dos fatos.
No caso do atentado, encontramos exatamente o que aconteceu: um atentado contra Trump em pleno comício, na orelha. Isso ocorreu há cerca de 3.300 anos atrás.
Outro fato é que nossos inimigos estão sendo mortos misteriosamente após o terrível ataque em outubro passado na festa de Shimcha Torá, uma das festas mais alegres do calendário judaico. Agora, os inimigos que se levantam contra Israel e seu povo estão sendo eliminados um a um.
Um caso notável foi a descoberta do helicóptero que cairia com um dos chefes do Hezbolah morto queimado, assim como fizeram no dia do ataque terrorista.
Estamos prestes a presenciar inúmeros milagres que estão por vir, e a cada dia vão sendo revelados ao mundo o poder de Deus! Chegará o dia em que todos os países reconhecerão a Unicidade de Deus, com a Sua casa restaurada em Jerusalém, em dias de paz e celebração à vida, com o retorno dos Seus filhos dos quatro cantos do mundo em plena harmonia.
A Destruição do Segundo Templo Sagrado
Quatrocentos e noventa anos após a destruição do Primeiro Templo Sagrado, foi destruído o Segundo Templo Sagrado, novamente em Tish'á Beav.
Na época da destruição, entretanto, a grande cidade de Betar ainda existia e permaneceu livre. Cinquenta e dois anos depois, novamente em Tish'á Beav, Betar caiu para o inimigo, que assassinou a população da cidade, derramando tanto sangue que seus cavalos foram cobertos até as narinas.
180 anos antes da destruição: O malvado império romano espalhou seu domínio sobre o país.
80 anos antes da destruição: Os Sábios decretaram que países estrangeiros estavam em um estado de impureza ritual, devido às conquistas romanas e à introdução da idolatria.
40 anos antes da destruição: O San'hedrin (Tribunal Supremo de 71 juízes) exilou-se voluntariamente e reuniu-se na praça do mercado.
Os materiais a seguir são extraídos dos relatos encontrados no Talmud Guitin 55b-57b, Midrash Echá Rabá, e Josephus.
Rabi Yochanan disse: "Qual é a lição aprendida do versículo (Mishlê 28:14): 'Feliz é a pessoa que teme constantemente, e aquele que endurece seu coração para não cair presa do mal!'"
Por causa do incidente relativo a Kamtsa e Bar Kamtsa, Jerusalém foi destruída.
Kamtsa e Bar Kamtsa
Havia um homem que tinha um amigo chamado Kamtsa e um inimigo chamado Bar Kamtsa. Um dia, ele deu uma festa e disse ao servo: "Vá e convide Kamtsa."
Ele foi e trouxe Bar Kamtsa por engano. Quando o anfitrião chegou e encontrou Bar Kamtsa sentado, disse a ele: "Você é meu inimigo - o que está fazendo aqui? Levante-se e vá embora!"
Bar Kamtsa disse: "Como já vim, deixe-me ficar, e pagarei a você o custo daquilo que comer e beber."
O anfitrião respondeu: "Não!"
Bar Kamtsa ofereceu: "Se você me permitir ficar, pagarei metade das despesas da festa."
O dono da casa insistiu: "Não!"
Bar Kamtsa então disse: "Se você me permitir ficar, pagarei as despesas da festa inteira."
O anfitrião retrucou: "Não!"
O anfitrião agarrou Bar Kamtsa pela mão, fez-o levantar e ir embora.
Bar Kamtsa pensou: "Como os sábios estavam sentados aqui e não o repreenderam, isso indica que concordam. Eu me vingarei e os difamarei perante as autoridades."
Ele saiu e disse ao imperador: "Os judeus estão se rebelando contra suas ordens."
O imperador replicou: "Quem diz isso?"
Bar Kamtsa respondeu: "Posso provar minha controvérsia e lhe fornecerei os meios para testá-los. Envie-lhes um animal como uma oferenda de sacrifício, e você verá se eles o sacrificam. Se rejeitarem a oferenda, isso provará que estão se rebelando contra sua autoridade."
O imperador aceitou a proposta de Bar Kamtsa e ele foi e enviou com Bar Kamtsa um bezerro de três anos para ser oferecido em sacrifício.
Antes de chegar a Jerusalém, ele danificou o bezerro nos lábios. Alguns dizem que o ferimento era nas pálpebras, um local considerado um defeito para os judeus, tornando o animal inadequado para uso como oferenda. Para os romanos, isso não era considerado uma falha e o animal permaneceria adequado para a oferenda.
Os rabinos estavam divididos. Enquanto alguns acreditavam que o animal deveria ser oferecido, Rabi Zecharyá ben Avkilus se opôs, afirmando que permitir que um animal defeituoso fosse oferecido indicaria que tal prática poderia ser aceita no altar.
Pensaram em matar Bar Kamtsa para que ele não pudesse contar ao imperador que o sacrifício não tinha sido oferecido. Rabi Zecharyá ben Avkilus avisou que isso levantaria suspeitas entre o povo, pois a razão real pela qual Bar Kamtsa seria morto não seria conhecida.
Rabi Yochanan lamentou: "A submissão de Rabi Zecharyá ben Avkilus levou à destruição de nossa Casa e queimou nosso Santuário, e nos exilou de nossa Terra."
O Teste da Flecha
O imperador Nero atacou Jerusalém. Ao se aproximar, atirou uma flecha na direção leste e ela caiu em Jerusalém. Ele atirou outra flecha na direção oeste e novamente caiu em Jerusalém.
Ele atirou flechas em todas as direções e todas caíram de frente para Jerusalém. Ele então pediu a uma criança que citasse um versículo familiar. A criança respondeu: "E exigirei minha vingança sobre Edom através de meu povo Israel" (Yechezkel 25:14).
Nero disse: "Deus deseja destruir Sua casa, mas deseja limpar Suas mãos comigo." Ele fugiu e converteu-se ao judaísmo, tornando-se descendente de Rabi Meir.
O Cerco a Jerusalém
O imperador Vespasiano atacou Jerusalém. Ele sitiou a cidade por três anos. Havia três homens ricos lá: Nacdimon ben Gurion, Ben Calba Savua e Ben Tsitsit Hakesset.
Cada um deles ofereceu suprimentos para a cidade. Os rabinos elogiaram especialmente a provisão de madeira, pois um armazém de trigo exige sessenta armazéns de madeira para assar pão.
Abriram seus armazéns e determinaram que tinham provisões suficientes para vinte e um anos.
No entanto, havia um grupo de biryonim (bandidos rebeldes) que se opôs aos rabinos, impedindo-os de negociar com os romanos. Eles provocaram a queima dos armazéns de trigo e cevada, resultando em fome.
A Negociação com os Romanos
Rabi Yochanan ben Zakai saiu para uma caminhada e viu os habitantes de Jerusalém fervendo palha e bebendo água. Ele percebeu que não podiam enfrentar as legiões de Vespasiano e decidiu sair da cidade para negociar um fim ao cerco.
Ele chamou Aba Sicra ben Batiach, o líder dos biryonim, para uma conversa. Rabi Yochanan propôs que criasse um plano para permitir que ele saísse da cidade, talvez algo ainda pudesse ser salvo.
Aba Sicra sugeriu que Rabi Yochanan fingisse estar doente e que seus discípulos o carregassem em um esquife. Quando chegaram ao portão de saída da cidade, os guardas hesitaram, mas Aba Sicra conseguiu convencê-los a abrir os portões.
Rabi Yochanan foi até Vespasiano e se apresentou. Quando Vespasiano perguntou por que não o procurou antes, Rabi Yochanan explicou sobre os biryonim.
Vespasiano, ao ouvir sobre a resistência dos biryonim, aconselhou Rabi Yochanan a lutar contra eles. Rabi Yochanan pediu a ele que poupasse a cidade de Yavne e seus sábios, e também um remédio para curar Rabi Tsadoc.
Vespasiano aceitou o pedido e enviou uma mensagem para que qualquer pessoa que estivesse em Jerusalém fosse salva antes que suas legiões chegassem.
A Muralha Ocidental
Quando Vespasiano conquistou a cidade, dividiu as quatro muralhas entre os quatro duques. O portão ocidental caiu nas mãos de Pangar, e foi decretado no Céu que jamais seria destruído, pois o local de repouso da Shechiná está a oeste.
Pangar justificou sua decisão de não destruir o portão, afirmando que queria trazer glória ao Império. Vespasiano aprovou.
A Muralha Ocidental
Quando Vespasiano conquistou a cidade, dividiu as quatro muralhas entre os quatro duques. O portão ocidental caiu nas mãos de Pangar, e foi decretado no Céu que jamais seria destruído, porque o local de repouso da Shechiná está a oeste. Vespasiano mandou chamar Pangar e perguntou-lhe: "Por que não destruiu o que lhe foi dado?" Ele replicou: "Fiz isso para trazer glória ao Império, pois se eu o tivesse destruído, ninguém jamais saberia o que você destruiu. Agora as pessoas veem e comentam: 'Veja a grandeza de Vespasiano e o que ele destruiu!'"
Vespasiano disse-lhe: "Fez muito bem. Entretanto, como você violou minha ordem, suba até o telhado e salte. Se continuar vivo, permitirei que viva. E se morrer, morrerá." Pangar foi até o telhado, pulou, e morreu - e as palavras de Rabi Yochanan ben Zakai foram cumpridas.
A Queda nas Mãos de Tito
Vespasiano enviou Tito, o perverso, [para comandar as legiões]. Tito disse [citando o versículo Devarim 32:37]: "Onde está o D'us deles, a rocha na qual eles confiam?" - e este é Tito o perverso, que profanou o Sagrado e blasfemou contra o Céu. O que Tito fez? Tomou uma prostituta pela mão [i.e., premeditadamente], e entrou no Santo dos Santos [com ela], abriu um rolo de Torá e cometeu um pecado sobre ele. Então tomou uma espada e rasgou a cortina [que separava o Santo do Santo dos Santos], e um milagre ocorreu: o sangue borbulhou e correu, e ele pensou que tinha matado Ele.
[E os atos de Tito são aqueles aos quais se refere o versículo (Salmos 74:4)]: "Teus atormentadores bramiam no meio do Teu lugar de encontro, eles fizeram seus sinais [como se fossem] por sinais [de verdade]." Aba Chanan disse: [A aparente falta de reação Divina à profanação do Santo dos Santos por parte de Tito é indicativa daquilo que diz o versículo (Salmos 89:9)]: "Quem se compara a Ti, que és forte. [O versículo deveria ser interpretado como significando] quem é como Tu, forte [em Seu comedimento] e duro [de se irar], pois escutas os insultos e blasfêmias daquele homem perverso e Tu estás silente."
A escola de Rabi Yishmael ensinou: [A aparente falta de reação é indicativa daquilo que diz o versículo (Shemot 15:11)]: "Quem é como Tu entre os deuses, Hashem" - i.e., quem é como Tu dentre os silentes. [A exegese do Talmud está baseada na semelhança entre as palavras elim e ilem, que significam forte e mudo, respectivamente].
O que ele [Tito] fez [depois que profanou o Santo dos Santos]? Pegou a cortina e transformou-a em um saco. Pegou todos os vasos do Templo Sagrado e colocou-os dentro, e os transportou em um navio, a fim de exibi-los em Roma e ser louvado pelo seu sucesso.
O Borrachudo
Uma tempestade no mar ameaçou afogá-lo. Ele disse: "Poderia parecer para mim que a força do D'us deste [povo] apenas se manifesta através da água, [pois quando] o Faraó veio, Ele o afogou na água. Quando Sissera veio, Ele o afogou na água. Agora Ele se levanta sobre mim para afogar-me na água. Se Ele é poderoso, deixe-O vir à terra seca e lutar contra mim!" Uma voz Divina apareceu e disse-lhe: "Ó perverso, filho de um perverso, descendente de Esau, o perverso, tenho uma criatura insignificante em Meu mundo, chamada borrachudo."
E por que é chamado de criatura insignificante? Pois tem a habilidade de se embeber, mas não tem a capacidade de expelir. "Venha à praia e lute com ele!" Tito foi até a praia e um borrachudo entrou em sua narina, furando seu cérebro por sete anos. Certo dia, Tito estava passando por uma oficina de ferreiro. O borrachudo escutou o barulho da marreta e ficou quieto. Tito disse: "Existe uma cura [para meu sofrimento]!" Todo dia, mandava chamar um ferreiro e ele martelava na presença de Tito.
A um ferreiro não-judeu, ele pagava quatro moedas, mas para um judeu dizia: "Já é suficiente que você veja seu inimigo sofrendo!" Fez isso por trinta dias [i.e., trazer o ferreiro para martelar em sua presença]. Em seguida, o borrachudo acostumou-se [ao barulho da marreta e continuou furando o cérebro de Tito, mesmo quando os martelos golpeavam]. "Aprendemos que" - disse Rabi Pinchas ben Arova: "Eu estava com os homens importantes de Roma [naquela época] e quando Tito morreu, examinaram seu cérebro e o que encontraram lá dentro era como um pássaro, pesando dois sela'im."
Na Braita consta que era como uma pomba de dois anos, pesando dois litrin. Abaye disse: "Temos uma tradição, que seu bico era de cobre e suas garras eram de ferro." Quando Tito estava para morrer, instruiu seus servos: "Queimem meu corpo e espalhem minhas cinzas sobre os sete mares, para que o D'us dos judeus não possa encontrar-me e levar-me a julgamento."
Onkelos e a Verdade
Onkelos, o filho de Kalonikus, era filho da irmã de Tito. Queria converter-se ao judaísmo. Após a morte de Tito, Onkelos fez contato com seu espírito e perguntou-lhe: "Quem é considerado importante neste mundo?" Tito respondeu: "Israel." Onkelos perguntou: "Vale a pena juntar-me a eles?" Tito respondeu: "Seus mandamentos são muitos, e você será incapaz de cumpri-los. Vá e atormente-os neste mundo, e você será grande, como diz o versículo (Echá 1:5): 'Seus adversários tornaram-se chefes, seus inimigos prosperaram' - todos que atormentarem Israel são grandes."
Onkelos então perguntou-lhe: "Como você está sendo castigado?" Tito respondeu: "Conforme aquilo que provoquei para mim mesmo. Todos os dias eles juntam minhas cinzas, julgam-me, queimam-me, e espalham as cinzas sobre os sete mares."
Uma Lição a se Extrair
Aprendemos: Disse Rabi Elazar: "Venham e vejam como é grande o castigo por causar constrangimento - pois D'us ajudava Bar Kamtsa [i.e., Ele permitiu que a trama de Bar Kamtsa fosse bem-sucedida, por causa do constrangimento que lhe foi causado] e Ele destruiu Sua casa e queimou Seu Tabernáculo."
Por que o Primeiro Templo Sagrado foi destruído? Por causa dos três pecados que prevaleceram: idolatria, relacionamentos proibidos e assassinato. Durante o Segundo Templo Sagrado, o povo estudava Torá, cumpria as mitsvot e se empenhava em atos de bondade - por que então foi destruído? Porque o ódio infundado prevaleceu. Isso nos ensina que o ódio infundado é equivalente aos três pecados cardeais de idolatria, relacionamentos proibidos e assassinato.
Não foi à toa que D'us nos escolheu como o Seu povo amado, não por sermos numerosos como os outros povos que, aliás, eram muito mais numerosos e mais fortes. D'us escolheu o nosso povo por sermos humildes e clamamos por Ele para nos salvar da mão do Faraó no Egito, quando éramos escravos. Ele viu o nosso sofrimento e angústia diária, e algo na nossa alma despertou esse amor eterno por nós!
Por isso constantemente vemos a lembrança de como saímos do status de escravos para um povo livre e soberano; com mão forte, fomos libertos de uma forma milagrosa, atravessando o mar como nunca tinha ocorrido esse milagre diante dos nossos olhos e transmitido até nós nos dias de hoje.
O Shemá
O Shemá é a prova eterna do amor infinito de D'us pelo nosso povo e o nosso amor eterno a um D'us único e incomparável como Ele. Ele é, foi e será sempre o mesmo D'us que criou o mundo e o mesmo que redimirá o seu povo novamente com o seu enviado para a construção do terceiro Beith Amikdash, seu santuário e sua casa para o retorno do Seu povo à Terra de Israel e da Sua Shechiná ou presença espiritual divina.
Palavras de Proteção
O Senhor te ouça no dia da angústia. Que o nome de D'us de Jacó te proteja. Que Ele mande tua bênção do santuário e te envie de Sion. Que Ele lembre todos os sacrifícios e considere generosos. Que Ele te conceda o desejo do seu coração e realize o seu pedido com louvor. Para cantarmos de satisfação à tua vitória e levantar a nossa bandeira em nome do nosso D'us, quando o Senhor realizar todos os seus pedidos.
Agora eu compreendo o que o Senhor fez ao seu servo vitorioso. Ele te responderá do seu trono celestial com vitórias com o seu braço direito. Alguns por meio de carruagem e alguns por meio de cavalos, mas nós, em nome do Senhor, nosso D'us, clamamos. Eles se curvaram e caíram por terra, mas nós surgimos revigorados. Senhor, salve! Ó Rei, nos responderá no dia em que clamamos!
A Promessa de Redenção
Em tempos de dificuldade e desespero, é fundamental lembrar que a esperança e a fé são nossos maiores aliados. A história do nosso povo está repleta de superações, e cada uma delas nos ensina que mesmo nas horas mais sombrias, a luz da redenção pode brilhar. O Senhor sempre esteve ao nosso lado, guiando-nos através das adversidades e fazendo promessas de um futuro melhor.
Que possamos manter viva a chama da fé em nossos corações e confiar na sabedoria divina que nos assegura que, mesmo em tempos de prova, não estamos sozinhos. A redenção é um objetivo coletivo, e juntos, como uma nação unida, caminharemos em direção a ela, aprendendo com os erros do passado e nos fortalecendo para os desafios do futuro.
Uma Oração Coletiva
Que possamos nos unir em oração, reconhecendo a grandeza de D'us e a bondade que Ele nos mostra a cada dia. Que nossas vozes se elevem em uníssono, clamando por paz, justiça e compaixão em nossas vidas e em nosso mundo. Que as palavras do Shemá, "Ouça, Israel: o Senhor é nosso D'us, o Senhor é Um," ressoem em nossos corações, lembrando-nos da singularidade e da unidade do Criador.
Reflexão Final
Cada um de nós tem um papel a desempenhar na construção de um futuro mais justo e harmonioso. Que a proteção divina nos acompanhe em cada passo, e que possamos ser instrumentos de amor e bondade, refletindo a luz de D'us em nossas ações diárias. Ao enfrentarmos os desafios da vida, que possamos nos lembrar sempre das bênçãos que recebemos e da responsabilidade que temos de ser luz para os outros.
Que a paz, a saúde e a prosperidade sejam as bênçãos que nos acompanhem, e que a presença de D'us nunca nos abandone. Amém.
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